Melz Assessoria de imprensa

[13/07/2011] Palestra de Samy Hazan foi sucesso de público e de crítica em Blumenau
13/07/2011

Aconteceu na noite de ontem, dia 12 de julho, a palestra Como funciona o processo de análise e aceitação de riscos em seguros de pessoas, com o especialista na área, Samy Hazan. O evento foi realizado pelo SindsegSC – Sindicato das Seguradoras, Previdência e Capitalização em Santa Catarina e levou mais de 100 pessoas ao Hotel Himmelblau, em Blumenau. O evento teve o patrocínio da Escola Nacional de Seguros (Funenseg) e do Sindicato dos Corretores de Seguros em Santa Catarina (Sincor-SC).

O presidente do SindsegSC, Paulo Lückmann, lembrou em seu discurso que números apontados pela Federação Nacional da Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), mostram que o setor cresceu mais de 18% em 2010, com uma arrecadação de R$ 61,7 bilhões. “Notoriamente, falar sobre seguro de pessoas é estar alinhado com a realidade que vivemos todos os dias no mercado”, afirmou. “A palestra de Samy Hazan foi esclarecedora e muito rica em conteúdo. Temos certeza que quem veio saiu com mais informações sobre o setor, especialmente no que tange seus desafios para os próximos anos”.

Samy Hazan iniciou sua apresentação comentando que a carteira de vida representa, hoje, 51% do mercado brasileiro de seguros. E a tendência é um crescimento deste número graças ao bom momento econômico e ao aumento da conscientização dos brasileiros em relação a importância.

“A subscrição do seguro de vida é o processo de avaliar e prever, com relação aos induvíduos, os índices de mortalidade (incidência de morte em determinado grupo) ou de morbidade (incidência relativa de efermidades e doenças em determinado grupo)”, explicou o especialista. Samy listou alguns fatores que são analisados no mercado de seguros para chegar a estas conclusões tanto para seguros individuais como para grupos.

O palestrante apontou que um dos grandes desafios do setor de seguros de vida é fazer com que o público entenda melhor os produtos. “As companhias geralmente são taxadas como impessoais e burocráticas. Precisamos trabalhar com uma linguagem mais clara para que o consumidor entenda e saiba exatamente o que ele está comprando”, disse Samy. “Outras questões que precisam ser pensadas são: o mercado não educa o público sobre o valor dos seguros de vida, o mercado é altamente concentrado, há uma baixa produtividade em vendas fora do canal banco e a pouca cultura de vendas de seguros de vida individuais”.

Palestrante também apresentou novidades
Entre as tendências para o mercado, Samy apresentou o telê-underwriting, que, basicamente, é uma entrevista para o fechamento de um seguro de vida por telefone. “Além de não tomarmos o tempo do corretor para que ele busque atestados e papéis, é uma forma de não inibir um proponente. Por exemplo, ouvi um caso de um homem que tinha HIV e não quis responder a esta pergunta na frente de outras pessoas. No entanto, por telefone ele admitiu a doença”, explicou.

Outra novidade é o seguro para sucessão empresarial. O palestrante explificou. “Somos em três sócios. Um de nós falece precocemente. O objetivo deste produto é disposibilizar para a empresa, um valor de compra da parte que pertencia a este executivo que faleceu. O objetivo é evitar que a empresa saia do controle com, por exemplo, o ingresso de um outro integrante da família no negócio”.