Melz Assessoria de imprensa

[23/04/2012] Um bem necessário
23/04/2012

Um ambiente de trabalho pode possuir estética, organização e ser bem equipado. Mas, para garantir segurança e maior produtividade dos funcionários e diminuir riscos de adoecimento, uma análise ergonômica é recomendada. Mas de que forma ela é feita? Cláudia Wanderck, fisioterapeuta da Long Life Fisioterapia, diz que não apenas é obrigatória, de acordo com a Norma Regulamentadora 17 do Ministério do Trabalho, mas também necessária para obter um ambiente de trabalho pleno.

A análise é feita por profissionais capacitados que irão acompanhar todo o processo produtivo da empresa. Fotos, filmagens, mensurações, avaliações de força com dinamometria e descrições completas de como o trabalho é executado são feitas na análise, tudo para garantir que o ambiente possa ser otimizado ao máximo. “Os funcionários também são entrevistados para obter insights mais apurados sobre quais partes do corpo são mais utilizadas e que podem estar em risco naquela atividade”, explica a fisioterapeuta.

Todas as empresas são obrigadas a fazer esta análise, mas não há necessidade de ser feita anualmente. Cláudia afirma que é importante que seja bem feita, pois a qualidade irá ditar a validade da análise ergonômica. Outro ponto de atenção é que ela poderá ser utilizada em processos trabalhistas, defesas de Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP) – quando uma lesão é associada ao ambiente de trabalho -, e também em fiscalizações.

A Long Life tem uma filosofia diferente e procura buscar mais que a solução de problemas existentes no ambiente de trabalho. Por isto, os profissionais que realizam a análise ergonômica sempre buscam melhorias para condições já existentes, de forma que haja uma prevenção tanto para a empresa quanto para os funcionários. “Não basta proteger a empresa de futuros problemas relacionados às condições de trabalho, é necessário garantir saúde para todos que trabalhem, independente do cargo ocupado ou área de atuação”, finaliza Cláudia.