Melz Assessoria de imprensa

[23/05/2012] Dor de cabeça pode ser sinal de rotina estressante: saiba como evitar
23/05/2012

O mercado de trabalho está cada vez mais exigente e competitivo. A correria e pressão do dia-a-dia parecem só aumentar. A rotina intensa e as cobranças podem resultar em quadros de estresse e cansaço. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cefaleia, 95% da população brasileira terá dor de cabeça ao longo de sua vida. Cerca de 70% das mulheres e 50% dos homens apresentam pelo menos um episódio ao mês.

Segundo a fisioterapeuta do trabalho e diretora da Long Life Fisioterapia, Claudia Wanderck, é comum empresas registrarem surtos desse tipo de dor entre seus funcionários. Conhecida como dor de cabeça tensional (causada pelas habituais situações de tensão no trabalho) é o tipo mais recorrente entre os brasileiros.

No caso das dores de cabeça tensionais, nem sempre é necessário fazer uso de medicamentos, mas, sim, encaixar na rotina exercícios diários que reduzem o cansaço e acúmulo de tensões. “Através de uma análise ergonômica, que reúne filmagens, descrição completa da rotina das empresas, avaliações de força com dinanometria, entrevista com funcionários, conseguimos apurar o que pode ser melhorado. Depois de identificados estes pontos, conseguimos descobrir as causas dos surtos de dor para combatê-los”, conta Cláudia.

Além da ginástica laboral – que é rápida, quebra a rotina e traz um momento de descontração -, outros métodos ajudam a evitar e combater a dor de cabeça resultante dostress. “A dor de cabeça tensional pode vir até mesmo do excesso de carga visual que sofremos todos os dias, seja em frente ao computador, à TV, celular ou tablet”, conta Cláudia. Segundo a fisioterapeuta, até mesmo a auriculoterapia (técnica de tratamento baseada na acupuntura no pavilhão auricular) pode combater o problema. “Os alongamentos diários, as massagens, ginástica laboral, auriculoterapia, entre outras técnicas, aliadas à postura correta são ideais para combater e acabar com as dores de cabeça tensionais”, ressalta.