Melz Assessoria de imprensa

AACD: tecnologia da mesa digital PlayTable para desenvolvimento das crianças
10/03/2017

Mais de 800 instituições de ensino brasileiras e 200 mil estudantes já contam com os benefícios dos games pedagógicos da PlayTable na rotina escolar. A mesa digital é desenvolvida pela startup Playmove e nesta sexta-feira (10) chega também à Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD).

Serão 12 unidades doadas à entidade, que utilizará os jogos desenvolvidos por profissionais da área de educação para o desenvolvimento dos pacientes assistidos. Crianças com dificuldades motoras poderão utilizar o equipamento com o auxílio de pincéis, por exemplo. A tela com tecnologia infrared (infravermelho?) reconhece o toque humano e também de objetos de plástico, metal e feltro.

Para Lina Borges, supervisora da Terapia Ocupacional da AACD, esse tipo de doação é muito importante. Segundo ela, boa parte das atividades feitas com o público jovem na instituição já envolve o meio lúdico, pois potencializa a eficácia dos resultados. “Nossos pacientes irão aprender enquanto brincam e isso é muito estratégico, pois deixa a terapia mais leve”, conclui.

Os jogos da PlayTable possuem três níveis de aprendizado e são indicados para crianças a partir dos três anos. Auxiliam no desenvolvimento motor e cognitivo e são multidisciplinares. A criança pode jogar sozinha ou em grupo.

Marlon Souza, diretor executivo da Playmove, reforça a importância que esta ação tem para a empresa. “Reconhecemos o trabalho que AACD realiza e poder ajudá-la é extremamente gratificante para nós e esperamos que a PlayTable potencialize a inclusão social das crianças atendidas pela AACD. Nosso objetivo é expandir o uso dos jogos digitais neste tipo de tratamento e esperamos contar com o feedback dos profissionais da AACD, que têm uma experiência muito grande na área, para nos ajudar a melhorarmos ainda mais nosso equipamento e nossos jogos“, afirma.

Sobre a AACD
A AACD, com 67 anos de história, é uma Instituição filantrópica e sem fins lucrativos — presidida por Regina Helena Scripilliti Velloso —, que tem como crença o estabelecimento de uma sociedade que convive com as diferenças porque reconhece em cada indivíduo sua capacidade de evoluir e contribuir para um mundo mais humano.