Melz Assessoria de imprensa

[11/10/2010] Adriano Grineberg sobe ao palco do Teatro Carlos Gomes no dia 11 de novembro
11/10/2010

No palco, um piano de cauda, um teclado acompanhados de uma guitarra, um baixo e uma bateria. Na voz, o estilo marcante de um blues man. Adriano Grineberg Quarteto é a atração confirmada do Santa Catarina in Concert para o próximo dia 11 de novembro, no Teatro Carlos Gomes, em Blumenau.

A escolha por Grineberg para fechar o ano do projeto foi, segundo o coordenador Ricardo Pimenta, comprovar para o público a diversidade musical do Santa Catarina in Concert, que é marcada pela qualidade dos artistas selecionados. “Queremos ter esta marca: a de um bom show independentemente do estilo de música. E além do mais, é impossível escutar o piano e a voz de Grineberg e não ficar curioso para assisti-lo”, comenta Pimenta.

Além de ser o primeiro cantor e pianista brasileiro a lançar um CD de Blues – o Key Blues, que também dá nome ao show – é o músico do gênero que mais participou de gravações de discos: são mais de trinta gravados. Vídeos e mais informações sobre a carreira de Grineberg estão disponíveis no site do Santa Catarina in Concert (www.santacatarinainconcert.com.br) e no MySpace do músico (www.myspace.com/adrianoagrineberg).

Sobre Adriano Grineberg Quarteto

A primeira turnê de Adriano Grineberg foi aos 16 anos ao lado de JJ Jackson. Mas, por incrível que pareça, começou a estudar piano erudito aos cinco anos. O Key Blues é o seu primeiro CD e show solo, com os três músicos que o acompanham há 10 anos: o guitarrista Edu Gomes (Irmandade do Blues), o baixista Rodrigo Jofré e o baterista e irmão Sandro Grineberg.

O Key Blues é também o primeiro tocado e cantado por um pianista de blues brasileiro que trouxe ao repertório, clássicos do gênero que foram imortalizados por guitarristas como Elmore James, Muddy Waters e Albert King em releituras inusitadas.

Segundo Grineberg, o trabalho tem o objetivo de chegar aos ouvintes que tiveram pouco ou nenhum contato com o blues e é um convite para que todos possam simplesmente dançar e rir ao som do blues. “Queremos afastar qualquer tipo de analogia com a melancolia muitas vezes atribuída ao gênero”, disse.