Magia de Natal: retorno de mídia de mais de R$ 2 milhões apenas em rádio e TV

Marina Melz (marina@melz.com.br)
que está até agora com o jingle “luz, festa e música no coração de Blumenau” na cabeça

Ah, o Natal… Essa época do ano é sempre muito especial em vários aspectos: nas relações familiares, na troca de presentes entre os amigos, nos momentos únicos com as crianças e, claro, nas programações. Em 2019 recebemos a missão de trabalhar na assessoria de imprensa do Magia de Natal, evento realizado pela Associação Blumenauense de Turismo, Cultura e Eventos (Ablutec) com duração de 45 dias.

Para antecipar o resultado: tivemos o maior evento da história, com 341 mil visitantes, 20% a mais do que em 2018. Temos muito orgulho em fazer parte desses números junto com a Pfau Comunicação, agência responsável pela estratégia de propaganda.

Mais de 341 mil pessoas passaram pelo Magia de Natal em 2019 (Foto: Clio Lucconi)

# DESAFIOS

Nosso principal objetivo era dar mais visibilidade regional às ações durante todo o período de programação, diluindo as aparições e criando pautas para manter o evento em evidência. Lembrar o público de 15 de novembro a 30 de dezembro que o Parque Vila Germânica estava aberto para visitação.  

O foco regional foi definido estrategicamente com a entidade, considerando as pesquisas das edições anteriores e o perfil do público esperado para o Magia de Natal.

O planejamento que fizemos incluiu agendamentos antecipados de pautas, disparo de materiais periódicos dando atenção a cada uma das ações e propostas de matérias exclusivas para veículos, com um cuidado especial dedicado à sua linha editorial.

Descobrimos histórias como da Dona Maria e do Seu Altanir, que se dedicam o ano inteiro ao desfile do Magia de Natal cuidando das fantasias e alegorias (Foto: Divulgação)

# RESULTADOS

O resultado do público reflete diretamente o resultado da assessoria de imprensa. Apenas em TV e rádio, foram R$ 2,2 milhões em retorno de mídia (valor estimado dos espaços conquistados através da assessoria se fossem pagos como publicidade).

Nas TVs, em 45 dias, foram 102 aparições. Destas, 55 ainda em novembro, com foco no início da programação. As outras 47 aconteceram em dezembro (ou seja, nos dois terços finais da programação).

O tempo total de exibição editorial foi de 4h54min16seg distribuídos em cinco regiões, com foco em Blumenau, Florianópolis e Joinville. O evento também foi tema de uma entrada ao vivo no Fala Brasil, da Record nacional.

Uma curiosidade interessante é que, entre 15 de novembro a 30 de dezembro, em apenas 10 dias não houve nenhuma exibição em emissoras catarinenses falando sobre o Magia de Natal. Sete foram domingos, em que não há programação local na grade. Ou seja, dentro das possibilidades, foram apenas três dias sem que o evento estivesse em evidência numa das mídias mais importantes para eventos de massa, que é e televisão.

Nas rádios, foram 72 espaços, geralmente com entrevistas. As entradas ao vivo aconteceram nos estúdios – com representantes da organização, Papai Noel e personagens de áreas específicas, como a pista de patinação no gelo e o desfile.

Dos 45 dias de evento, em 27 houve entrada do Magia de Natal em alguma emissora de cinco regiões diferentes do estado.

# AVALIAÇÃO

O resultado nos encheu de orgulho (tanto que fomos comemorar na pista de gelo e nem quero contar pra vocês o resultado disso!). Não só pela produção dos materiais – foram dezenas de releases, entrevistas, descoberta de personagens! – mas também por sabermos que um pouco da Melz esteve em cada momento do segundo maior evento da história da cidade.

Ah, e antes de terminar: quem foi deve lembrar que um dos momentos mais emocionantes do dia acontecia às 20h, quando um anjo convidava os visitantes para acompanharem o acendimento das luzes. A sensação de termos ouvido, por 45 dias, um texto pensado pela nossa equipe enchendo de lágrimas os olhos de adultos e arrancando gritos alegres das crianças foi inexplicável.   

Crianças e adultos se emocionaram com as atrações do Magia de Natal. Você não achou que a nossa equipe ficaria imune, né? (Foto: Clio Lucconi)
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