[19/10/2011] Levantar para que?

Há um ditado que diz que a necessidade é a mãe da criatividade. Pode até ser verdade, mas conforto e comodidade foram essenciais para muitas invenções que hoje utilizamos e não percebemos como seriam as coisas sem elas. Um exemplo claro é o controle remoto. Seu primeiro modelo surgiu em 1950 e tinha apenas um botão. Seu propósito? Remover a necessidade de ter que levantar-se para mudar os canais na televisão.

Apesar de a tecnologia para criar a primeira televisão tenha surgido em 1923, demorou quase três décadas para a invenção do primeiro controle remoto. E não era tão remoto assim. “O modelo, criado pela Zenith Radio Corporation, era conectado ao televisor por um fio. Além disto, possuía um único botão para trocar de canais, ou seja, para mudar o volume ou ligar e desligar o aparelho, a pessoa precisava ir até a TV”, explica Francisco Marengo, diretor técnico da Prime Home. Uma curiosidade sobre este modelo é seu nome: “Lazy bones”, ou “ossos preguiçosos”. “Não há dúvida de que o controle remoto foi inventado para quem gosta de ficar bem relaxado no sofá sem ter que se levantar”, brinca o diretor.

Cinco depois, a Zenith resolveu remover o fio, o que tornou o controle verdadeiramente portátil. O único problema era que a pessoa utilizando-o precisava ter boa mira. O “Flash-matic tuning” tinha o formato de uma pequena arma e funcionava como uma lanterna. Fotocélulas na TV eram iluminadas pelo controle, o que tornava possível desligar ou ligar o aparelho e o som e mudar de canais. “A desvantagem é que as fotocélulas não diferenciavam a luz do controle da luz de outras fontes. É possível imaginar as confusões que surgiam disto”, comenta Marengo.

Em 1956, surgiu outro modelo, o “Zenith Space Command”. Além de ser sem fio, possuía botões próprios para cada função. A tecnologia usada era a transmissão de ondas ultrassom. “O modelo era caro para a época. Foi com a introdução de transistores que a tecnologia barateou”, esclarece o diretor. Além dito, as ondas ultrassom estão em uma freqüência que podia ser influenciada por outros aparelhos na mesma faixa. Até mesmo alguns animais como cachorros se sentiam incomodados, graças a sua audição aguçada.

Mas a tecnologia evoluiu. Logo as TVs passaram a ter centenas de canais e mudar um por um não era mais um conforto e, sim, uma tortura. Em 1977, a ITT, a pedido da BBC, criou o Protocolo ITT infravermelho, o que possibilitou os controles que utilizamos até hoje. Com a invenção de aparelhos de som, home theaters, players de DVD e outros eletrônicos, as casas começaram a ter controles demais. “Foi então que surgiram os primeiros modelos universais. A automação é a área que mais os utiliza, pois hoje é possível não controlar apenas um mídia center, mas todas as áreas da casa, desde cortinas elétricas até iluminação e som ambiente”, exemplifica Marengo.

E qual modelo é a estrela da atualidade? “A resposta é simples: nenhum. Graças à automação é possível não precisar de nenhum controle. Hoje em dia integramos o sistema a iPhones, iPods e iPads, por exemplo. Claro, existem controles universais, mas a tendência minimizar o número de aparelhos que se carrega. Se você já tem um celular que está sempre no bolso, por que você iria querer mais um controle para o resto?”, finaliza.

[16/09/2011] Se a Dilma usa…

Em entrevista veiculada recentemente ao Fantástico, a presidente Dilma disse que lê e-books em iPad, mas prefere livros de papel. Ficou confuso? Então explicamos. E-book é a abreviação de electronic book, ou seja, livro eletrônico. Basicamente, é uma mídia digital como qualquer arquivo de texto que você lê no computador.

Mas como se dá esta transição e como funciona um livro digital? Um e-book nada mais é que o conteúdo de um livro formatado para ser lido digitalmente, em qualquer aparelho eletrônico que consiga ler arquivos de texto. “A opção de utilizar um tablet como um iPad é do usuário. Normalmente é a escolha óbvia por ser menor, mais leve e mais portátil se comparado a um computador”, comenta Ana Bilbao, diretora da Hi Soluções, centro de serviço autorizado Apple. Outro equipamento muito usado por quem gosta de e-books é o Kindle. Ele tem o formato de um tablet, com bateria para durar horas e horas e espaço para milhares de títulos. O Kindle é considerado por muitos uma biblioteca portátil. “Apesar de ser uma ótima opção para os leitores, este dispositivo é limitado a apresentar textos e imagens sem interação”, adverte Rodrigo Camargo, diretor da Honorsoft Interactive, empresa de desenvolvimento de aplicativos para as plataformas Apple e Android.

Mas como adquirir um e-book? Lojas on-line vendem os títulos a preços muito mais acessíveis, se comparados aos seus “avós” de papel por não exigirem matéria prima na fabricação e remover quase por completo custos de transporte. O processo é simples: você faz o cadastro em um site que vende livros digitais. Após procurar e encontrar o título que você quer adquirir, você realiza a compra e faz o download do e-book, que virá em um dos vários formatos disponíveis. Caso você tenha baixado para o computador e queira ler um tablet, basta transferi-lo e abrir com o software necessário. Em tablets com conexão internet e Kindles, é possível acessar o site e baixar direto para o aparelho. Para quem prefere ler em papel, a solução é simples: como o livro digital vem em um arquivo de texto, você pode imprimir para ler fisicamente. Claro, respeitando que é proibido a impressão para fins comerciais.

A modalidade do livro digital está cada vez mais forte por três motivos: portabilidade, acessibilidade e sustentabilidade. Você pode carregar centenas de livros no aparelho sem se preocupar com o peso. É possível adquirir exemplares que só estão disponíveis do outro lado do mundo em segundos, por um preço muito mais generoso que o livro físico. E, por fim, um motivo que não foi pensado inicialmente, mas que tem sido visto como algo importante cada vez mais fortemente: não é necessário papel ou tinta para sua produção.

Graças a esta tecnologia, empresas estão aproveitando para transformar suas mídias de papel em mídias eletrônicas. Um exemplo é a empresa Guia Fácil, que produz listas telefônicas com contatos residenciais e comerciais de todo o estado de Santa Catarina. Com o uso de smart phones e tablets sendo cada vez mais comum, eles resolveram fazer uma parceria com a Honorsoft. O resultado é a lista telefônica Guia Fácil em versão digital, disponível para download na AppStore, loja de aplicativos para plataforma Apple e, ainda este ano, no Android Market.

[22/08/2011] O 5º “Quem Somos e a Que Viemos” já está disponível para iPad

O quinto e mais novo livro do grupo Proprietários de Harley-Davidson Brasil (PHD-BR), que conta relatos e histórias de suas viagens pelo globo, já está disponível para baixar na AppStore. O lançamento oficial ocorreu durante o IX Encontro Internacional de Harleyros, de 19 a 21 de agosto.

O mais recente “Quem Somos e a Que Viemos” traz novidades e conteúdos multimídia. Além dos contos sobre as aventuras do grupo, ele receberá atualizações futuras com fotos, imagens e vídeos. “Temos orgulho desta parceria e estamos empolgados com o lançamento do livro em iPad e Android”, comenta Rodrigo Camargo, diretor da Honorsoft Interactive, empresa responsável pelo desenvolvimento do livro para as plataformas digitais.

Edgar Treis Azevedo, também conhecido como PHD Chico, diz que o objetivo do livro em iPad e Android foi tornar mais acessível o material coletado através dos relatos dos membros do grupo. “Além de existir o livro físico, queríamos que as histórias que contamos estivessem disponíveis para todos em qualquer lugar do mundo. Com a tecnologia de hoje em dia e a parceria com a Honorsoft, isto se tornou possível”, completa.

Você pode adquirir o livro para iPad clicando no link. A partir do dia 22 de agosto, estará disponível também no Android Market para tablets com Android 3.0.

[11/08/2011] Mais aventuras sobre duas rodas: grupo PHD-BR lança quinto livro em versão impressa e para iPad

Novas histórias e atualizações futuras são as novidades da nova edição do livro do grupo Proprietários de Harley-Davidson Brasil (PHD-BR). Os motociclistas contam com detalhes as últimas aventuras do grupo que tem como hobby as viagens e atividades realizadas nas mais diversas partes do globo. Tudo sobre as duas rodas das famosas motocicletas Harley-Davidson.

Rodrigo Camargo, diretor da Honorsoft Interactive, empresa responsável pela migração do livro para iPad e Android, diz que um é divertimento único conhecer melhor as aventuras do grupo. “Para eles, viajar e viver em cima de duas rodas movidas por muitas cilindradas é um estilo de vida. E a diversão que eles vivem é compartilhada através dos livros”.

Edgar Treis Azevedo, também conhecido como PHD Chico, é um dos fundadores do grupo. Ele comenta que sempre houve uma vontade de contar as histórias da turma. “Muitas pessoas sonham em poder viajar pelo país e pelo mundo em uma Harley-Davidson. Queríamos mostrar como é esta experiência tão única”, diz.

Além das novas histórias, o livro receberá uma atualização futura com vídeos e fotos do evento de lançamento das duas versões – impressa e para dispositivos móveis, que acontecerá dia 19 de agosto, junto com o IX Encontro Internacional de Harleyros, em Blumenau (SC). O novo livro estará disponível para tablets a partir do dia 19 de agosto nas lojas AppStore e AndroidMarket, custando U$ 1,99 e R$ 3,00 respectivamente. Mais informações sobre o evento no site www.phd-br.com.

[25/07/2011] Apple 0km

Quem compra um equipamento da Apple, compra pela confiança. O famoso mote “Apple não quebra” surgiu há muito tempo e se mantém forte até hoje. Mas não foi sem motivo. Lisandro Hruschka, diretor de suporte da Hi Soluções e Apple Coordinator 10.6, faz uma analogia interessante – “equipamento da Apple é como um carro 0km. Basta fazer as revisões necessárias e ele não irá incomodar por muito tempo”.

“O momento mais importante após comprar um carro novo é a revisão dos 10 mil km. É quando o veículo é finalmente testado e, se tudo estiver bem até então, é sinal de que tudo continuará assim”, comenta Lisandro, que enfatiza a importância de levar o seu equipamento em um centro autorizado Apple. “Em torno de seis, sete meses após a compra, é recomendado levar o equipamento para uma revisão. Checar se o sistema operacional está sem problemas, se a estrutura física não está comprometida e, caso o cliente decida, realizar atualizações como a da própria OS”, explica.

O principal motivo para levar o produto em um centro autorizado é a garantia. “A partir do momento que o seu equipamento foi aberto ou modificado por um técnico não autorizado, ele perde a garantia”, diz Lisandro. Esta garantia é o que assegura o bom funcionamento para anos à frente. Qualquer equipamento Apple vem com uma garantia de um ano, que pode ser extendida por outro dois anos com o Apple Care. “Durante este período, qualquer problema ou defeito de hardware que não seja fruto de mau uso é coberto e resolvido gratuitamente em qualquer centro autorizado. A única peça que não é coberta durante o período extra, concedido pelo Apple Care, é a bateria, pois esta possui vida útil”, Lisandro explica. O único produto que não recebe a garantia padrão é o iPhone, que é adquirida apenas através da operadora escolhida.

Além de garantir o bom funcionamento e o cuidado treinado de técnicos autorizados pela Apple, um outro motivo para levar o equipamento a centros autorizados como a Hi Soluções é a aquisição de produtos originais. Películas, capas protetoras, cabos e outros acessórios falsificados podem danificar o equipamento. “Um bônus de adquirir acessórios como uma película em um centro autorizado é a instalação feita por um técnico. Além de ter segurança com um produto original, a qualidade é garantida pela experiência dos funcionários”, finaliza Lisandro.

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